SWAT contra o Bullying/Cyberbullying

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SWAT contra o Bullying/Cyberbullying

Mensagem por IcaaroTchirelly em Sab Ago 08, 2015 12:57 pm

O que é o Cyberbullying?

A expressão “cyberbullying” carece de tradução formal em português. É uma palavra composta, sendo o”cyber”relativo ao uso das novas tecnologias da comunicação (correio eletrônico,tele móveis, etc.) e o “bullying” relativo ao fenômeno dos maus-tratos por parte de um rufião
(“bully”) ou grupo de rufiões.
O cyberbullying consiste no ato de, intencionalmente, uma criança ou adolescente, fazendo uso das novas tecnologias da informação, denegrir, ameaçar, humilhar ou executar outro qualquer ato mal intencionado dirigido a outra criança ou adolescente.
O "cyberbullying" pode ser tão simples como continuar a enviar e-mail para alguém que já disse que não querem mais contato com o remetente, ou então pode incluir também ameaças, comentários sexuais, rótulos pejorativos, discurso de ódio, tornar as vítimas alvo de ridicularização em fóruns ou postar declarações falsas com o objetivo de humilhar.

Quais cuidados devemos ter?

· Mantenha os computadores em locais comuns da sua habitação
· Não permita a partilha de dados pessoais
· Ensine os seus educandos a serem corretos na Internet
· Guarde as mensagens de cyberbullying
· Mude de conta de correio eletrônico ou outra
· Instale software de prevenção de cyberbullying
Como funciona o cyberbullying?
· Ameaças/perseguições
· Roubo de identidade ou de palavras-passe
· Criação de páginas de perfil falsas
· O uso dos blogs
· Envio de imagens pelos mais variados meios
· Sítios de votação
· Envio de vírus
· Inscrições em nome das vítimas.

Essas são algumas das coisas que podemos fazer no nosso dia a dia sem correr perigo de ser uma vítima do cyberbullying.

Como o Cyberbullying acontece e como agem seus praticantes?

Acontece através de e-mails, torpedos, Blogs, Fotoblogs, Facebook, Ask. De forma anônima, o autor insulta, espalha rumores e boatos cruéis sobre os colegas e seus familiares, até mesmo sobre os profissionais da escola. Mensagens instantâneas são disparadas, via Internet ou celular, onde o autor se faz passar por outro, adotando nicknames semelhantes, para dizer coisas desagradáveis ou para disseminar intrigas e fofocas. Blogs são criados para azucrinar e o Facebook é utilizado para excluir e expor os colegas de forma vexatória. Fotografias são tiradas, com ou sem o consentimento das vítimas, sendo alteradas, através de montagens constrangedoras, incluindo ofensas, piadinhas, comentários sexistas ou racistas. Essas imagens, muitas vezes, são divulgadas em sites, colocadas em newsgroups e até nas redes de serviços, ou divulgadas através de materiais impressos espalhadas nos corredores, banheiros, ou circulam entre os alunos, sem o conhecimento das vítimas. Quando descobre, seu nome e imagem já estão em rede mundial, sendo muito difícil sair ilesa da situação. Há casos em que a vítima tem o seu E-mail invadido pelo agressor, que se fazendo passar por ela, envia mensagens, com conteúdos difamatórios, com gravíssimas conseqüências para a vítima e seus familiares. A participação em fóruns e livros de visitas também são estratégias utilizadas pelos praticantes, deixando mensagens negativas sobre o assunto em questão ou opinando de maneira inconveniente.

O que a vítima deve fazer?

A) Preserve todas as provas
Seja qual for o crime que o internauta venha a ser vítima, é importante, antes de tudo, preservar o maior número de provas que conseguir. Imprimir e salvar o conteúdo das páginas ou “o diálogo” do(s) suspeito(s) numa sala de bate-papo, por exemplo, ajuda como fonte de informação para a investigação da polícia. Mas infelizmente não vale como prova em juízo, pois carece de fé pública. Uma alternativa para registrar provas que estejam on-line é recorrer a um cartório e fazer uma declaração de fé pública de que o crime em questão existiu, ou lavrar uma Ata Notarial do conteúdo ilegal/ofensivo. Isso é necessário porque, como a internet é muito dinâmica, as informações podem ser tiradas do ar ou removidas para outro endereço a qualquer momento.
O cuidado com a preservação das provas torna-se ainda mais importante quando a Justiça brasileira já responsabilizou, em algumas de suas decisões, internautas que não guardaram registros do crime on-line de que foram vítimas, o que torna o golpe duplamente custoso ao usuário da rede.
B) Com as provas na mão, procure uma Delegacia de Polícia e registre a ocorrência
Elaboramos uma lista de Delegacias Especializadas em Crimes Cibernéticos onde as vítimas poderão apresentar queixa-crime. Caso no seu Estado não exista uma Delegacia Especializada, procure a mais próxima da sua residência.

Em que o Cyberbullying difere do Bullying?

A diferença está nos métodos e ferramentas utilizadas pelos praticantes. O Bullying ocorre no mundo real enquanto que o cyberbullying ocorre no mundo virtual. Geralmente, nas demais formas de maus-tratos, a vítima conhece seu agressor, mesmo que os ataques sejam diretos ou indiretos. No Cyberbullying, os agressores se motivam pelo “anonimato”, valendo-se de nomes falsos, apelidos ou fazendo-se passar por outras pessoas.

DIGA NÃO AO BULLYING/CYBERBULLYING!

IcaaroTchirelly
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